Já tive outras experiências com livros de José de Alencar. Porém, todas foram terríveis de ler (Iracema e Cinco Minutos), apesar de serem bem curtas. Esse também foi uma luta terminar a leitura. A única diferença para as outras duas é que este possui 267 páginas.
Essa narrativa conta a história de uma fazenda no interior fluminense em decadência. E o que representa bem esse declínio é um ipê que, no passado, era imponente. Mas, além disso, fala também de uma morte mal resolvida que é a chave para todos os acontecimentos subsequentes. E mais... esse livro envolve vários aspectos da cultura brasileira como o folclore e as forças mágicas do rio e o pai Benedito, chamado de onisciente.
“O Tronco do Ipê” é livro do Romantismo (1871) e vocês sabem que eu não possuo um bom relacionamento com este gênero. Porém, este foi um dos menos piores dentre todos que já li apesar da gramática da época e algumas expressões que dificultam a leitura. Por exemplo, nesse livro, os brancos cumprimentam os escravos com “adeus”. Eu demorei a metade da narrativa para entender que era uma saudação e não um despedida. E fora isso não estou acostumado a ver escrito “ir à corte” ou qualquer coisa que remeta ao Brasil Imperial.
Se tratando de uma obra do Romantismo a resposta é óbvia. Não gostei. Ainda mais por envolver um pouco das características do folclore nacional. Duas coisas que eu não sou muito chegado. Somando as duas... bom, você já adivinhou né?
FICHA TÉCNICA:
Título: O Tronco Do Ipê
Autor: José De Alencar
Páginas: 267
Editora: Melhoramentos
Edição: 12ª
Ano: 1871
DESLIGA O PC E VAI LER UM LIVRO!!
Até a próxima!

É por isso que não tem comentários, vc manda o pessoal desligar o micro suahushshshu
ResponderExcluirzoa bom o blog abçs
http://lukelandia.blogspot.com/
Para falar a verdade eu prefiro que as pessoas leiam os livros. Mas se quiserem ler o meu blog eu agaradeço.
ResponderExcluirValeu pela força!
Abçs.