Era (e possivelmente ainda o seja) comum o uso de código nas forças armadas de qualquer país. Na Segunda Guerra Mundial nem se fala. Era algo tão corriqueiro que haviam espiões triplos ou até quádruplos. O exemplo de livro mais fiel a essa metodologia é “Conspiração Telefone”. Mas como esse livro é uma ficção eu tive dúvidas sobre a existência do livro “Rebecca”.
“A Chave de Rebecca” conta as investidas de Erwin Rommel no norte da África em 1942, entre elas a famosa batalha de Tobruk. Além de simplesmente contar o que aconteceu com os nazistas em solo africano, Ken Follett bota mais um ingrediente na trama: a colaboração de um espião bi-nacional para furtar alguns documentos top secret do governo britânico. A missão de ambos é invadir o Egito (território sob domínio dos Aliados).
“A Chave de Rebecca” conta as investidas de Erwin Rommel no norte da África em 1942, entre elas a famosa batalha de Tobruk. Além de simplesmente contar o que aconteceu com os nazistas em solo africano, Ken Follett bota mais um ingrediente na trama: a colaboração de um espião bi-nacional para furtar alguns documentos top secret do governo britânico. A missão de ambos é invadir o Egito (território sob domínio dos Aliados).
A história é dividida em três partes cada uma relatando um pouco do cerco das cidades envolvidas: Tobruk e Mersa Matruh aonde Rommel consegue os seus triunfos; e Alam Halfa no qual Rommel sai enfermo do campo de batalha e seus comandados recuam.
Seria mais uma obra sobre espionagem e guerra se não fosse o fato de Alex Wolff (o espião) não passasse tanta insegurança necessária para tal façanha. Durante toda a trama ele usou apenas uma faca. É muito bizarro pensar que ele conseguisse tanto sucesso com uma arma branca. E o mais impressionante ainda está por vir. O serviço de inteligência britânico não consegue localizá-lo mesmo sabendo seu nome e endereço verdadeiros, origem e contatos. Mesmo assim o alemão consegue dar um OLÉ nos aliados durante um bom tempo.
Como curiosidade eu fui verificar se o livro “Rebecca” realmente existiu. E para a minha surpresa ela é real, sido escrita por Daphne Du Maurier. Eu fiquei com o pé atrás nesse assunto pois não tinha certeza se havia problemas em citar livros alheios por causa de direitos autorias ou coisa do tipo. “A Chave de Rebecca” também foi adaptado para as telona sob o título “A Chave para Rebecca”. Eu imaginei que esse filme não tivesse ligação com o livro pela pequena troca de preposições (vai saber né? =[ ). Porém não possuo informações de elenco, prêmios, crítica ou coisa do gênero.
Foi minha segunda experiência com livros de Ken Follett. A primeira foi a coletânea de contos “Sem Perdão”, que poderia ser um livro de anedotas que não teria problema nenhum. Como essa obra também foi de boa leitura, considero muito o trabalho do galês.
Nome: A Chave de Rebecca
Autor: Ken Follett
Páginas: 343
Editora: Record/Círculo do Livro
Edição: Integral
Ano: 1980
DESLIGA O PC E VAI LER UM LIVRO!!
Até a próxima!



